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Curvas rápidas. As preferidas

17/08 de 2016 - 01:20

Pilotos falam sobre a sensação de contornar uma das curvas mais rápidas do calendário da Copa Petrobras de Marcas

Se um piloto disser que não gosta de contornar uma curva a toda velocidade, das duas, uma: ou não é piloto ou está mentindo. O circuito de Tarumã, na cidade de Viamão (RS), é um dos mais rápidos do país. E foi lá que a Copa Petrobras de Marcas realizou sua última etapa, no dia 26 de junho. A primeira curva do circuito é a mais desafiadora: logo após a reta principal, em descida, à esquerda num ângulo aberto. A receita que une coragem, pé pesado, braço forte e que, como se diz no jargão, “separa os homens dos meninos”.

“A curva 1 de Tarumã a gente faz, com o carro do Marcas, entre 160 e 170 km/h de mínima”, aponta Vicente Orige, do Honda Civic. “Quando a curva termina já estamos a quase 190 km/h. A sensação é muito boa. Eu gosto de circuitos de alta velocidade, de curvas de alta, e me adapto melhor do que os outros. Então para mim é bem legal e muito emocionante, e dá mais inspiração para acelerar tudo o que dá”, disse o catarinense.

Marcelo Tripa, do Ford Forcus #199, a sensação é o que mais conta. “Acho que é por aí, algo em torno de 160 km/h. De todos os circuitos que já andei, o de Tarumã é um dos que mais me caracteriza. Eu moro em Goiânia, e o circuito de lá também é um pouco de alta, mas Tarumã é ainda mais rápido. Eu gosto e me identifico com pistas rápidas”, disse o goiano.

“Sinceramente eu não sei a quanto acabo contornando a 1, mas gosto muito de Tarumã. Curvas rápidas, bem ao estilo que gosto. Então fico bem à vontade guiando lá”, apontou Fábio Carbone, do Renault Fluence #22.